sexta-feira, 20 de junho de 2008

1968 - O que fizemos de nós.


Terminei de ler um dos livros da caixa relançada de Zuenir Ventura, já citado anteriormente.
1968 - O que fizemos de nós, é simplesmente ótimo. Faz uma comparação muito bem humorada do ano de 1968 e dos dias atuais. Traz também entrevista com músicos, políticos e pessoas que vivenciaram toda esta mudança na sociedade destes quarenta anos.
Porém achei o livro um pouco pequeno, poderia ter mais páginas. Sendo que dentro da caixa há uma divisória de papel, para dar o efeito de mais volume, como se os livros fossem maiores.
Sinceramente achei uma sacanagem colocarem este enchimento escondido na caixa, só para dar a impressão de volume.

Agora estou relendo o 1968 - O ano que não terminou.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

1968 - Revisado e ampliado.



Vocês viram que Zuenir Ventura relançou o livro 1968, de uma forma diferenciada.
Eu lí o livro 1968 - O ano que não terminou, à muitos anos a trás, e foi muito bom, esclareceu um monte de dúvidas que eu tinha sobre o que foi a ditadura e o envolvimento dos estudantes.
Sinopse:
Quarenta anos depois das barricadas de Paris, das manifestações contra a Guerra do Vietnam, da Passeata dos Cem Mil e do AI-5, o escritor e jornalista Zuenir Ventura retorna a 1968 para, a partir daí, investigar o que restou da herança do mais polêmico ano do século XX. '1968 - O que fizemos de nós' chega às livrarias em uma caixa presente juntamente com a reedição de '1968 - O ano que não terminou', lançado há 20 anos. O livro conta com depoimentos inéditos de Caetano Veloso, Fernando Henrique Cardoso, José Dirceu, Fernando Gabeira, Franklin Martins, entre outros.
Quero comprar esta caixa com os dois livros.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A Música na Ditadura

Só para relembrar um pouquinho do que foi a Ditadura no Brasil através de algumas das belíssimas músicas da época.

1968 - Um mundo de possibilidades.

O ano de 1968 foi de muitas lutas por direitos iguais, muitas possibilidades de um mundo melhor, lutado principalmente pelos jovens estudantes da época.
Nestes 40 anos o mundo em que vivemos mudou muito, muitas coisas aconteceram, e como era de se esperar, a mentalidade da população e dos jovens mudou.
Como já foi citado na revista História Viva do mês de abril (se não me engano), "As lutas não eram por mudanças. E o mundo mudou muito nestes 40 anos. Na tecnologia, na política, nas idéias e nos costumes".
Agora fica a lembrança de uma época em que os jovens se arriscavam a sair às ruas para lutar por seus ideais.
Em Paris os estudantes saíram as ruas para lutar por aquilo que acreditavam, a luta em busca de liberdade na Primavera de Praga, nos Estados Unidos houve a contracultura e o movimento negro e no Brasil houve o combate à ditadura.
"Da Alemanha ao Japão, os levantes estudantis que se espalhavam pelo planeta fizeram de 1968 um ano que entrou para a história como símbolo de um período conturbado e utópico".
Rémi Kauffer,
historiador.

terça-feira, 8 de abril de 2008

O Princípio da Civilização.


Estou lendo o livro: O Princípio da Civilização, da coleção Grande História Universal (já citado anteriormente), é muito bom. Leitura fácil e acessível, porém é bem resumido, mais parece uma enciclopédia, mas mesmo assim vale a pena comprar o livro. É uma boa opção para se ter em casa, para pesquisar sobre diversos assuntos.
Não comprei as outras edições da coleção, pois vou esperar para comprar as edições que contenham assuntos que mais me interessam.

sábado, 5 de abril de 2008

Livro 1808.


Venho dar minha opinião sobre um livro atual e muito interessante: 1808, de Laurentino Gomes, da editora planeta.
Um excelente livro, linguagem clara e acessível, conteúdo interessante, ou seja, uma obra que vale muito a pena dedicar o tempo.
Relata como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do brasil.
Fica registrado aqui minha verdadeira admiração por este livro, sendo que atualmente existem muitos livros, revistas e documentários sobre o assunto, o que oportuniza uma melhor compreensão da época e da História de nosso país.

segunda-feira, 31 de março de 2008

A AMAZÔNIA ERA NOSSA.

A poucos dias recebi um e-mail que relata a Amazônia hoje, não tenho a confirmação de se isto é verdade, porém mesmo assim achei interessante publicar este mail aqui, para nós brasileiros nos darmos conta de um fato que se ainda não é verídico, poderá vir a ser.

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.

As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.

A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.